continuação A propósito: quando o S. PEDRO estava a fazer a distribuição das pilas pelos animais o cão foi o último a chegar e no caixote só restavam duas pequenas, vai daí o S. PEDRO disse! Ó cão só agora? isto está mau, vais ter que te contentar com os restos, ok! respondeu o pobre animal que até então tinha andado a trabalhar para os donos, perante isto o S. PEDRO decidiu entregar as duas pilas unindo-as com um nó e lá foi o bichano (daí o nó na pila destes animais aquando do seu acopolamento) a semelhança é existirem outros animais com o mesmo nó, só que na garganta e isso provoca-lhe espasmos e dificuldade ao engolir o que os faz andar engasgados e a natureza sujeitou-os ao mísero de pedir esmola áqueles que outrora apedrejaram. OK! entendo até as mentes pobretanas, porque o criador não teve tempo de dotar todas as carcaças das mesmas capacidades intelectuais e dar a todos o mesmo QI, resultado; temos este mundo desequilibrado, cheio de crápulas, palhaços e vendidos a troco de nenhures, deviam fazer um esforço no sentido de se posicionarem num lugar onde todos os mortais se sentem nobres, onde se pode receber um raio de sol de cabeça erguida, com altivez, á boa maneira dos homens de antigamente, porque o reino dos vermes é no patamar abaixo. Desta vez estavamos a falar de (cães), vamos dar-lhe os restos para que possam alimentar-se, e não morrerem á fome. MAS SEM O BRILHO DO SOL
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